A EDUCARE é uma empresa de consultoria e assessoria em educação comprometida com a sua qualidade, que por meio de seus produtos e serviços propõe o aprimoramento dos processos organizacionais e desenvolvimento humano nas instituições públicas ou privadas. Temos como foco a gestão compartilhada do processo educativo de educadores, profissionais e de organizações, desenvolvendo soluções personalizadas.
Um Novo Saber
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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Entrevista Jan2008
Este vídeo trata da questão das metodologias utilizadas pelas escolas .Feito no início de 2008 pela TV Morena e ainda está atual.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Por que continuamos entre os piores?
Mais uma vez conseguimos nos classificar como um dos países que apresenta um dos piores resultados no ensino. Essa é a conclusão do exame internacional de Avaliação de Alunos (PISA), divulgada no último dia 5. Em uma relação de 65 economias mundiais avaliadas, ficamos no 53° lugar em qualidade da educação. Metade de nossos alunos possui apenas o grau mínimo em habilidade de leitura - os estudantes brasileiros pouco entendem do que lêem. Não conseguem ir além dos problemas básicos em matemática, além de só entenderem o óbvio em ciências! Quase a metade dos brasileiros avaliados alcançou o nível 1, e apenas 1,3% atingiu os níveis 5 e 6 em leitura. Em Matemática (ponto mais fraco) 69% chegaram ao nível 1 e somente 0,8% atingiu os níveis 5 e 6. Em Ciências 54% atingiram o nível 1 e apenas 0,6% atingiu os níveis 5 e 6! A evidência lógica é de que estamos reprovados; somos incompetentes e de que não sabemos ensinar!
Essa avaliação submetida aos estudantes de 15 anos completos é realizada em cada 3 anos pela OCDE - Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico em países membros da organização e alguns países convidados, tais como: Brasil, México, Argentina e Chile. O objetivo é ajudar os países a verificarem como seus sistemas educacionais estão em comparação global nos quesitos: qualidade, equidade e eficiência. Até que ponto os alunos próximos do término da educação obrigatória adquiriram conhecimentos e habilidades essenciais para a participação efetiva na sociedade. Isto é, verificar se esses jovens estão mesmo preparados para enfrentar os desafios do futuro. Se estão capacitados para analisar, raciocinar e comunicar suas idéias efetivamente. Se têm capacidade para continuar aprendendo pela vida toda.
Apesar desses índices medíocres, que revelam de uma vez por todas, o descaso com que a educação vem sendo tratada há décadas pelos nossos políticos (Educação é questão política), em nosso país, o resultado pífio foi comemorado. Comemorou-se o absurdo de ter conseguido alcançar a média geral de 401 pontos e subido 33 pontos da última avaliação. No entanto, os resultados vergonhosos para todo povo brasileiro, para todos nós educadores, demonstram que, comparados os resultados alcançados pelos países da América Latina, só conseguimos superar a Colômbia e a Argentina. Estamos, contudo, atrás do Chile, Uruguai e México e muito (muito) longe dos primeiros colocados: Xangai/China; Coréia do Sul; Finlândia; Hong Kong e Singapura, cujas médias estão em torno de 496 pontos
Mas por que eles conseguem e nós não?! Simples! Todos os países que ocupam os primeiros lugares colocaram a educação como prioridade nacional. Entendem que para ter qualidade na educação é fundamental, primeiro, dar uma atenção especial aos professores. melhores salários a professores dão mais resultados que turmas menores. Nenhum país de alto desempenho paga menos aos professores em comparação com a média de salários de outros profissionais com diploma de ensino superior. Na Coréia do Sul os alunos tiveram a sorte de estudar na melhor escola do país que tem o melhor ensino básico do planeta. Ali, todos os professores têm mestrado, são atualizados a cada dois anos e não permitem que o aluno passe um dia sequer sem entender a lição. Ganham o equivalente a R$ 10.500,00 por mês. Têm como fundamento da prática educativa, o entendimento de que se o aluno não aprende, o professor é que é reprovado.
Na Finlândia creditam o êxito na Educação à sólida formação docente. Os professores têm valorização e prestígio social. Todos têm cinco anos de formação e a maioria tem mais um ano de mestrado. Recebem o equivalente a R$ 8.300,00 e têm 13 semanas de férias ao ano. O consenso é: A qualidade de um sistema educacional não pode ser maior que a qualidade de seus professores.
Por aqui, estamos longe disso. Os professores recebem em média, R$ 1.500,00; ou seja, menos 40% do salário de outros profissionais com o mesmo tempo de formação. As salas de aula são abarrotadas de estudantes e sofrem, ainda, o desprestígio, a desvalorização e o desrespeito da sociedade. Como atrair para esse mercado os jovens talentos? Quem quer ser professor hoje em dia?
Durante todo este ano tenho deixado registrado neste espaço o que penso sobre o tema educação. Sem o propósito de criticar pessoas, tenho feito algumas análises pessoais sobre este assunto, que faz parte do meu cotidiano profissional – sou professora e formadora de professores. Acredito que tenho o compromisso e a obrigação de assumir posições, afinal, as notícias veiculadas na mídia precisam ser refletidas. Tenho dito que não adianta alardear que MS está entre os oito melhores estados do Brasil em qualidade de educação. É mentira! Porque a premissa que baseia esses dados é falsa! Porque aqui ainda se acredita que, prédios, uniformes, tênis, mochilas, livros e materiais didáticos são requisitos indispensáveis para elevar o nível da educação. Educação como prioridade nacional é – investimento maior na área, valorização profissional (quem sabe o mesmo percentual de aumento de salário dos deputados e senadores?) e investimento em educação infantil de qualidade (com quem sabe o que faz).
Afinal de que serve ser um dos melhores colocados em um país que está sempre entre os piores, ladeira abaixo?! É como correr na São Silvestre e ficar feliz, e soltar foguetes, porque se conseguiu, apenas, percorrer todo o circuito... e daí?!!
Drª Ângela Maria Costa
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
A obrigatoriedade da educação a partir dos 4 anos
SOU A FAVOR DA OBRIGATORIEDADE DA EDUCAÇÃO
A PARTIR DOS 4 ANOS.
Partindo da premissa que:
· Vivemos em um país pobre em que a criança é a maior vítima do descaso, do abandono e da violência.
· A fome e a desnutrição ceifam milhares de vidas promissoras;
· Apesar do esforço, o Brasil ainda ocupa o 90º lugar no ranking mundial de mortalidade infantil, apresentando um número bem mais alto de mortes na faixa etária de 0 a 5 anos do que o encontrado nos países desenvolvidos;
· Em 2010 o índice de mortalidade ficou em 19,88, ainda muito superior comparado com os países de primeiro mundo: Suécia (2,7) e em países em desenvolvimento: Chile (6,48, Cuba (5,25), China (15,4), Argentina (12,8);
· O atendimento as necessidades básicas da criança é um dever do estado e de toda a sociedade e que é urgente o fortalecimento da rede de proteção da infância brasileira;
· As crianças brasileiras deixam de ser invisíveis somente quando entram na escola, porque passam a fazer parte de números;
· Em 22 anos de Constituição não conseguimos resguardar o direito da criança -cidadã brasileira - a freqüentar uma instituição de educação (creche), quando surge a necessidade da família (apenas 7,4% das crianças das famílias mais pobres freqüentam creche);
· A antecipação da obrigatoriedade do ensino vai obrigar os órgãos competentes a alocarem mais recursos para atender essa faixa etária, tanto para o educar como para o cuidar (alimentação e saúde);
· Vai reacender a luta por creches para crianças de zero a 3 anos – Creche para Todos , porque é um direito constitucional (Apenas 20% das crianças brasileiras de 0 e 3 anos freqüentaram creches em 2009);
· Vai obrigar a escola a se modificar para receber essas crianças, em que os temas: infância e direito de ser criança farão parte dos debates.
Sou favorável à entrada obrigatória das crianças de 4 anos na Educação Infantil, com seus direitos resguardados de ser criança e ter infância.
Drª Ângela Maria Costa
sábado, 20 de novembro de 2010
QUEM SOMOS
Área pedagógica
Profa Dra Ângela Maria Costa - Consultora
Doutora em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2002); Mestre em Educação pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (1994) e Pedagoga pela Universidade Católica Dom Bosco (1974).
É Professora Adjunta do Curso de Pedagogia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul desde 1987, atuando principalmente com os temas: avaliação, políticas públicas, educação infantil, formação profissional e formação continuada do professor da educação básica.
Fundadora da OMEP – Organização da Educação Pré-Escolar – Brasil/MS; Coordenadora da Aliança pela Infância – Núcleo Campo Grande/MS;
Membro titular do Conselho Municipal de Educação de Campo Grande; Coordenadora Adjunta do PROINFANTIL/Sergipe; Alagoas e Mato Grosso do Sul; Coordenadora do Pólo de Campo Grande do Curso de Pós Graduação em Educação infantil - MEC/UFMS.
- Área de Projetos
PLANEE - Planejamento e Execução de Eventos
Rua Praia de Pituba, 24 - Campo Grande/ MS
Maria Ângela Coelho Mirault Pinto
é Doutora (2002) e Mestre (1998) em Comunicação e Semiótica pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Especialista em Didática do Ensino Superior pela Universidade Católica Dom Bosco e Bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Relações Públicas, pelas Faculdades Integradas de Comunicação e Turismo Hélio Alonso, no Rio de Janeiro.
- Integra o Banco de Avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – BASis, do INEP/MEC e atua como avaliadora de instituições da educação superior e de cursos de graduação, desde o ano de 2004.
- Integra equipe de criação do Núcleo Regional da Aliança pela Infância do Brasil, em Mato Grosso do Sul, no ano de 2008, sob a coordenação da Dra. Ângela Costa.É autora do livro “Relações Públicas: comunicação e etendimento – horizonte ou utopia”, editado pela Editora Uniderp, 2005.
- Atua como consultora na área da gestão da Comunicação e Educação Organizacional e é sócia-proprietária da PLANEE – Planejamento e Execução de Eventos Ltda, em Campo Grande, MS .
- Iniciou sua vida profissional e docente como professora primária da Rede Oficial de Ensino da cidade do Rio de Janeiro, no período de 1968 a 1976; foi aluna do professor Lauro de Oliveira Lima, no curso de especialização de professor piagetiano, radicando-se em Campo Grande, capital do Estado de Mato Grosso do Sul, em 1984, dedicando-se à direção de um estabelecimento de ensino fundamental, na condição de sócia-proprietária da EDEPI – Escola de Desenvolvimento da Personalidade Infantil.
- Criadora do informativo da OMEP-BRASIL/MS, fez parte da diretoria de sua primeira gestão.
- Na capital do Estado, atuou na esfera pública, empresarial e no terceiro setor.
- Ingressou na vida acadêmica no ano de 1992, como docente do Centro de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.
- Implantou e coordenou (1994-2002) o curso de Comunicação Social e as habilitações em Publicidade e Propaganda e Relações Públicas, na Universidade Católica Dom Bosco, na cidade de Campo Grande, capital do Estado de Mato Grosso do Sul.
- Autora do projeto que criou o programa semanal Reverso da Mídia, cujo enfoque era o de promover o debate com relação aos conteúdos informacionais difundidos pela mídia, produziu-o e apresentou-o, pela TV-UCDB da Universidade Católica Dom Bosco, com difusão no Estado pelo sistema de tevê a cabo, no período entre fevereiro de 1999 a fevereiro de 2001, na cidade Campo Grande, Mato Grosso do Sul.
- Atuou, ainda, na Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal – UNIDERP (2002 – 2005) desenvolvendo as seguintes atividades: (1) em nível de pós-graduação, na condição de professora-colaboradora, integrou o corpo docente do Curso de Mestrado em Produção e Gestão Agroindustrial, além de ministrar aulas no curso de Especialização em Comunicação Empresarial; (2) na graduação, foi responsável pelo módulo Laboratório de Comunicação, no curso de Psicologia e, posteriormente, coordenou o Curso de Comunicação Social-habilitação em Publicidade e Propaganda (julho de 2004 a junho 2005); (3) em nível de assessoramento, integrou equipe do Núcleo de Projetos Especiais – NUPE responsável pela elaboração e acompanhamento de projetos de autorização, reconhecimento e avaliação dos cursos de Graduação e (4) foi responsável pela coordenação da publicação semestral da revista PROSA UNIDERP – Cultura e Arte (até 2004-1).
CONTATO:
Rua Praia de Pituba, 24 – Jd. Autonomista – 79022-491 – Campo Grande/MS - Telefones: (67) 3326-2148 - 9248-7006
- Área de Finanças
Alexsandra de Oliveira
Especialista em Som e Imagem e jornalista.- Área de Marketing
Dr. Fernando Coelho Mirault Pinto
Especialista em Comunicação e Marketing, relações públicas, advogado e publicitário. Professor universitário e empresário na área da Comunicação e Marketing.
- Área de projetos arquitetônicos & construção
COSTARQ Arquitetura Ltda
Rua Itacuru, 98 - Campo Grande/ MS
- Arquiteto Celso Costa
- Arquiteto André Costa
- Arquiteto Luís Eduardo Costa
- Arquiteto Celso Costa Filho
MVL Construção & Ambiente Arquitetônico
Rua Prof. Andrade Muricy, 151 - Rio de Janeiro/ RJ
- Arquiteto Marcos Vieira Lopes
- Arquiteta Fabiana Guaranho
- Área de Educação ambiental
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
SERVIÇOS
- Consultoria e Assessoria aos sistemas municipais de educação;
- Assessoria à Comissões de Educação de Câmaras Municipais;
- Projeto arquitetônico de creche e pré-escolas;
- Projetos Pedagógicos de creches e pré-escolas;
- Seleção e formação de profissionais para atuarem em creches e pré-escolas;
- Palestras informativas para profissionais da área de Educação Infantil.
- Palestras informativas para pais.
CONTATO: educare.ms@hotmail.com
SEMINÁRIOS E WORKSHOP
Propiciam a ampliação dos conhecimentos e reciclagem em assuntos relacionados aos problemas do cotidiano, identificados pela instituição ou pesquisas periódicas realizada pela EDUCARE junto ao público interno.
Podem ser realizados 12 seminários durante o ano letivo.
WORKSHOPS
EMPRESARIAL
- Terapia floral para o ambiente de tabalho - através de dinâmicas de grupo e da utilização de terapia floral individual ou para ambiente os profissionais aprenderão a harmonizar o local de trabalho podendo influir positivamente no clima organizacional.
- Educação ambiental - a política dos 3 R´s no campo empresarial. Aprendendo a REDUZIR custos, REUTILIZAR materiais e RECICLAR o resíduo sólido da empresa e a importância de tornar-se ambientalmente correta nos dias atuais.
- Auto-maquiagem e imagem pessoal - a imagem pessoal influenciando a imagem da empresa. Cores, apresentação, simetria e geometria do rosto, preparação pessoal de acordo com eventos e horários.
SOCIAL
- Maternagem na atualidade - apredendo a ser mãe, gravidez e trabalho, a importância do pai durante a gravidez e os primeiros meses de vida do bebê, a importância do apoio familiar, cuidados com o bebê, pediatria, florais para a família, educação do bebê, estímulos e respostas.
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WORKSHOPS
EMPRESARIAL
- Terapia floral para o ambiente de tabalho - através de dinâmicas de grupo e da utilização de terapia floral individual ou para ambiente os profissionais aprenderão a harmonizar o local de trabalho podendo influir positivamente no clima organizacional.
- Educação ambiental - a política dos 3 R´s no campo empresarial. Aprendendo a REDUZIR custos, REUTILIZAR materiais e RECICLAR o resíduo sólido da empresa e a importância de tornar-se ambientalmente correta nos dias atuais.
- Auto-maquiagem e imagem pessoal - a imagem pessoal influenciando a imagem da empresa. Cores, apresentação, simetria e geometria do rosto, preparação pessoal de acordo com eventos e horários.
SOCIAL
- Maternagem na atualidade - apredendo a ser mãe, gravidez e trabalho, a importância do pai durante a gravidez e os primeiros meses de vida do bebê, a importância do apoio familiar, cuidados com o bebê, pediatria, florais para a família, educação do bebê, estímulos e respostas.
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PALESTRAS
A EDUCARE desenvolve com excelência, palestras em todo o Brasil. Com duração de 2 horas, objetivando discutir TEMAS atualizados para profissionais e ou pais, de acordo com as necessidades apontadas pela instituição.
Identidade Escolar e o Projeto Político Pedagógico
A Educação e a Mídia
Educação para o consumo consciente
Infância: condição de ser criança
Pedagogia Ecológica: o caminho de uma educação para um mundo sustentável
A cultura da Paz
A família dentro da escola
O afeto na educação
Professor: uma profissão
O papel do professor mediador da aprendizagem
O papel do coordenador pedagógico
O processo de avaliação mediadora
Letramento e Alfabetização
A importância dos jogos e brincadeiras na educação
As múltiplas linguagens
Uso de dinâmicas de grupo em sala de aula;
Marketing pessoal
Marketing em Educação
Trabalhando com projetos
A ética da disciplina na infância
Clima organizacional
A estética do ambiente escolar
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